26 Setembro 2011

Nas vezes em que permito
Que minha mente vague por aí
Sou capaz de espiar por entre
A fresta de uma porta branca

E é através deste minimo espaço
Meus olhos se iluminam com o que vejo:
O futuro.

Não posso conter o sorriso fácil
Que surge em meu rosto
Ao ver meus planos, todos ali
Concretizados em minhas mãos envelhecidas

Tampouco posso conter o rubor dos olhos
Ao ver tuas mãos,que mesmo marcadas pelo tempo
Sou capaz de reconhecer

Pois meus planos já não são inteiramente meus
E meu futuro coincide com o teu

E com você, quero colecionar sonhos
E enfim a porta branca estará aberta
E enfim chegaremos ao futuro
Juntos.