03 julho 2010

Desculpe minha insistência
Em falar sempre sobre o amor
Mas não há e nem haverá
Nada que me faça mais encanto

Há tanto que me intriga
Que os amantes sejam tão previsíveis
E o amor tão cheio de imprevisibilidades

Há muito que me fascina
Como as mãos que se encontram
E se entrelaçam

Tão certeiras, tão seguras
Como maré alta
Encontrando as areias

Ou como o beijo
Que no silêncio intocável
Sela centenas de palavras não ditas

[...]

Desculpem essa minha insistência